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Há três anos tive a oportunidade de conhecer Campos do Jordão/SP. Era o mês de janeiro, e a despeito do verão, pelo fato do mun...

Pelo final






Há três anos tive a oportunidade de conhecer Campos do Jordão/SP. Era o mês de janeiro, e a despeito do verão, pelo fato do município ficar a uma altitude de mais de 1.620 metros, a visita me deu a oportunidade de experimentar aqueles casacos e agasalhos que todos reservamos para sensações extremas de baixa temperatura. Os termômetros espalhados nas praças da cidade apontavam 13ºC, mas para mim, um soteropolitano (quem nasce em Salvador/Ba), era motivo mais do que suficiente para utilizar cachecol, luvas e gorro.

Nessa viagem pude conhecer trechos do Parque Estadual de Campos do Jordão, que guarda remanente da Mata Atlântica, além de outros matas, como a Araucária. Caminhando por uma das fascinantes trilhas do parque, encontrei a folha acima ao solo; além de ilustrar este post essa pequena folha me criou um rebuliço de pensamentos. Foi como tudo começou...

Há cerca de 6 anos fui convidado para a formatura de uma ex-desbravadora, Driele, no curso de Fisioterapia da Faculdade Adventista da Bahia - FADBA. Revelo que é sempre muito bom ser chamado para participar de eventos e solenidades especiais de ex-desbravadores. Dentre todos os significados que esses convites possam ter, gosto  de acreditar que o tempo em que esses juvenis e adolescentes estiveram comigo não foi marcado apenas por acampamentos, evoluções e ordem unida. A amarra mais importante que fizemos não uniu troncos e galhos, uniu nossos corações numa fraterna amizade.

O paraninfo (acredito que foi ele) da turma fez um belo discurso, e em determinado momento perguntou: - O que é mais rápido no mundo? Convidados, pais e estudantes franziram a testa e começaram a disparar inúmeras respostas. Seria Usain Bolt? A velocidade da luz? O salário do mês? Ele respondeu: - A gratidão.

Aquela folha ao chão me fez lembrar o quanto a vida pode ser passageira. Crescer, produzir, captar luz, ajudar a produzir sombra, realizar trocas com o meio e, um dia, cair ao chão. Acredito que essa trajetória, que pode parecer tão similar à humana, pode ser acrescentado um novo final, possível apenas àquele que vive com esperança.

Logo, ao escrever este blog o faço como forma de gratidão a Deus.

Trecho: é impossível ser feliz sozinho.



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